John Wayne Gacy – o palhaço assassino

Por trás das máscaras de líder comunitário, homem de negócios e animador de festas infantis, se escondia um dos principais serial killers dos E.U.A.
John se interessava por cozinha e jardinagem e, por isso, era ridicularizado pelo pai, na frente de amigos e vizinhos. Seu pai era alcoólatra e violento.
Há rumores que ele era homossexual. Porém, pela violência em que era tratado, sufocou este lado, descontando nos meninos que ele assassinou.

 

Há três imagens que sobressaem em nossa mente a respeito de John Wayne Gacy, classificado como um dos piores dos serial killers dos Estados Unidos no século XX.


– Um retrato do corpulento Gacy, vestido e maquiado como palhaço, com um grande sorriso em seu rosto e certa luz assustadora em seus olhos.

– Uma foto de Gacy em pé, próximo a Rosalynn Carter, em 1978, a qual ela autografou: “Para John Gacy, Tudo de bom, Rosalynn Carter”.

– E, finalmente, quando os policiais fizeram uma busca em sua casa e encontraram um vibrador de cerca de 60 centímetros – um de seus instrumentos de tortura, com 45 centímetros dele cobertos por excremento seco e sangue.

Infância e juventude:

Como a maioria dos serial killers, John Wayne Gacy foi capaz de disfarçar a selvageria dentro de si, a compulsão que o fazia matar. Parte desse disfarce incluía casar-se duas vezes e ter filhos.

John Wayne (depois estrela de cinema) Gacy nasceu em 1943 no Edgewater Hospital, em Chicago, o único garoto em uma família composta por uma irmã mais nova e outra mais velha. Na família de Gacy não houve as rupturas óbvias tão comuns na infância de outros serial killers, como um pai que abandona a família ou um histórico de insanidade.
A família Gacy, para todos os efeitos, era muito parecida com qualquer outra família americana de classe média nas ruas de Chicago.
Mas enquanto Gacy crescia, algo terrível estava acontecendo entre ele e seu pai. Seu pai parecia obcecado em castigar o “Pequeno John”, criticando-o, nunca permitindo que seu filho pudesse fazer algo certo. Por anos eles viveram em desacordo, e Gacy teve um remorso que durou a vida inteira por nunca ter agradado seu pai.
Na verdade, o pai de Gacy morreu quando estava na prisão; Gacy não teve sequer permissão para ir ao funeral.
Gacy foi um estudante do tipo comum durante os ensinos fundamental e médio, e nunca se envolveu em muita confusão. Sua personalidade, contudo, desenvolveu algumas peculiaridades perceptíveis. Ele em um tipo de pessoa amigável, com um estilo agressivo que afastava algumas pessoas.

Porém, seu maior problema é que era um mentiroso. Ele estava sempre mentindo sobre suas realizações, como se o que realmente fizesse não fosse bom o suficiente; para sentir-se melhor, ele tinha que exagerar e nunca pareceu notar que muitas pessoas sabiam que ele estava mentindo. De fato, suas histórias eram, em geral, tão inacreditáveis que parecia impossível que todas as coisas que dizia pudessem caber em sua vida.
Após o ensino médio, Gacy frequentou brevemente a faculdade de Administração de Empresas, e depois se tornou vendedor da Nunn-Bush Shoe Store, em Springfield, Illinois. Enquanto trabalhava lá, conheceu uma bela jovem chamada Marilyn Myers.
Eles começaram a namorar, e ele a pediu em casamento . Gacy não era um galã – ele tinha baixa estatura, l,73m, e sempre teve problemas com o peso, além de uma grande barriga – mas era persuasivo, generoso e agradável de conviver. Ela aceitou e em Setembro de 1964 se casaram.

 

Arruinado em Iowa

Os pais de Marilyn compraram uma rede de lojas da Kentucky Fried Chicken (KFC) logo após o casamento de Marilyn e Gacy, e queriam que o jovem casal a administrasse. Eles concordaram e se mudaram para a velha casa dos Myers, em Waterloo, Iowa.

Eles pareciam felizes. Marilyn deu à luz um filho e depois uma filha. Eles viviam de modo confortável e trabalhavam duro. Gacy também se tornou ativo em Waterloo, no episódio do Jaycees, um grupo civil dedicado à melhoria de suas comunidades por meio de uma ampla variedade de atividades; ele havia feito isso pela primeira vez em Springfield alcançando significativo sucesso e ganhando uma série de prêmios do Jaycees por seu trabalho.

Embora esse tipo de vida fosse mais do que suficiente para satisfazer a maioria das pessoas, Gacy continuou a mentir. Ele trabalhava duro no emprego sete dias por semana, até as 22 ou 23 horas -, mas permaneceu com seu autoengrandecimento. Uma vez, afirmou ser um parente da pessoa que fundou a cadeia do restaurante. Ele não apenas gostava de parecer importante, como também de chamar atenção. Uma prova disso era seu carro, equipado com sirene e luzes de polícia. Mais tarde, seu propósito mais sinistro seria revelado.

Os rumores

Porém, havia problemas. Havia alguns rumores sórdidos circulando, nos quais se declarava que Gacy estava oferecendo e praticando sexo com alguns dos adolescentes que trabalhavam nos restaurantes gerenciados por ele. Acusava-se que ele dava aos garotos mais bonitos ao que parece, ele gostava de garotos de cabelos claros e corpos musculosos -caronas para casa e os favorecia de outras maneiras também.
Então, um garoto chamado Mark Miller apresentou queixas contra Gacy. Miller afirmou que Gacy o havia forçado a praticar atos “depravados”. Gacy negou, mas uma investigação provou que eles haviam tido um envolvimento e que existia também outros garotos. Um deles, James Tullery, detalhou uma provação assustadora no livro The Man Who Killed Boys (o homem que matava garotos), de Clifford L. Linedecker.
Tullery havia estado na casa de Gacy e, após ser assediado com bebida alcoólica e filmes pornográficos, Gacy forçou o garoto a praticar atos sexuais. Para isso, Gacy ameaçou Tullery, cortou-o com uma faca algemou e o estrangulou quase a ponto de ele perder a consciência, Nada aconteceu, e Gacy libertou o garoto – teve sorte por sair vivo.
O juiz do caso de Miller, cauteloso em relação aos padrões pervertidos de Gacy, o sentenciou a dez anos no lowa State Reformatory, em Adamosa.
Na tenra idade de 26 anos, Gacy estava na prisão. Marilyn preencheu papéis de divórcio logo em seguida e, por fim, ele a perderia, assim como a casa e seus dois filhos.
Porém, ele não pareceu se importar muito com isso, pois aparentemente nunca mais a contatou ou aos filhos.

Gacy levou o mesmo entusiasmo e vigor para o mundo prisional que ele trouxe de seus restaurantes KFC, e os oficiais da prisão o consideravam bastante.
Depois de apenas oito meses, ele recebeu liberdade condicional. Libertado, mudou-se para uma casa em Chicago com sua mãe de 61 anos e sua irmã, e conseguiu um emprego como cozinheiro de fast food. Ele então pediu permissão ao conselho de liberdade condicional de Iowa para se mudar para Chicago.
Por causa de sua aparente vida estável, incluindo um emprego, o conselho deferiu seu pedido.

Subúrbio

Ele foi adiante como cozinheiro, mas estava se saindo bem por conta própria – tão bem que decidiu comprar uma casa.
Com a ajuda de sua mãe, que proveu metade do financiamento, ele comprou uma pequena habitação de dois quartos no número 8.213 da West Summerdale Street, em Norwood, uma comunidade suburbana de classe média não distante de Northwest Side, em Chicago.
A casa se localizava em uma rua de mão única, na direção Oeste, e não tinha muito trânsito; a maioria das pessoas que por ali passava estava indo para casa. Era uma típica casa de alvenaria de subúrbio, com garagem e jardins na frente e no fundo o elemento mais significativo da casa (conforme descoberto) era um entrepiso abaixo dela.
Esse pavimento tinha paredes de concreto com cerca de 1,20 m de altura e um chão sujo, e para acessa-lo havia um alçapão no chão do armário do quarto.
John Wayne Gacy passou muitas vezes através desse alçapão.
Gacy fez amigos na vizinhança de sua nova casa, em particular a família Grexa. que morava ao lado e tinha seis filhos.
Eles perceberam que Gacy estava sempre trabalhando em volta da casa e parecia gostar muito daquele tipo de trabalho.

Gacy não ficou solteiro por muito tempo. Em lº de junho de 1972, se casou com Carole Hoff, uma mulher divorciada e com dois filhos, e estabeleceu uma vida suburbana na casa de Gacy, em Summerdale.
Em 1974. Gacy abriu a PDM Contractors -as letras significavam “pintura“. “decoração“ e “manutenção” e passou a reformar propriedades comerciais.

Mas nem tudo eram flores em casa. Logo o relacionamento com a esposa havia se deteriorado a ponto de ela preencher o pedido de divórcio. Mais tarde, ela explicou que ele era sexualmente impotente e tinha um temperamento explosivo e perigoso.
Em um minuto estava bem, calmo e controlado, e no minuto seguinte estava com raiva e quebrando a mobília.

Gacy também contou a esposa um detalhe secundário sobre si: ele disse que gostava tanto de homens como de mulheres. Enquanto seu casamento era um fracasso, o negócio de prestação de serviços de Gacy, no entanto, ia relativamente bem.

Ele trabalhava duríssimo, terminando os trabalhos antes do prazo e certificando-se de que os clientes estavam satisfeitos. Sua equipe de trabalho consistia em dois tipos de pessoas: artesãos experientes e mais velhos, e operários adolescentes do sexo masculino. Ele convidava com frequência os garotos mais bonitos para ir à sua casa, a fim de assistir filmes pornográficos. Lá podiam beber e fumar maconha.

De tempos em tempos Gacy tinha atritos com a lei, mas nenhuma acusação foi feita pelos garotos. Um deles se queixou à polícia de que Gacy uma noite havia ordenado que ele entrasse em seu carro, afirmando que era o xerife, e o obrigou a fazer sexo oral.
Após Gacy ordenar que o garoto repetisse o ato, ele se recusou e saiu do carro. Gacy tentou atropelá-lo, mas ele escapou. Para sorte de Gacy, as autoridades de Iowa, responsáveis em conceder liberdade condicional, não descobriram essa ocorrência e logo ele não teria com que se preocupar: sua liberdade condicional da prisão de Iowa expiraria em 16 de junho de 1976, e ele não poderia ser julgado por violação da condicional.

Gacy estava muito velho para trabalhar para a Jaycees em Chicago, mas não era tão velho para a política. Ele se envolveu na política local, caindo nas graças da comunidade ao prestar serviços de PDM gratuitamente.
Talvez o ponto alto de suas realizações políticas tenha sido quando tirou uma foto com Rosalynn Carter.

Casa dos horrores

Pouco depois de Gacy se mudar para Summerdale, seus vizinhos, os Grexas, perceberam um odor desagradável em volta da casa dele que nunca sentiram durante todo o tempo em que Gacy viveu lá.
Era um cheiro carregado e putrefato; quando eles perguntaram a respeito, Gacy disse que provavelmente havia algo errado com os encanamentos.
Como os Grexas também haviam tido problemas com seus encanamentos, eles não wuestinaram.
O cheiro, obviamente, não era de esgoto: de tempos em tempos, Gacy matava um homem jovem, depois carregava seu corpo através do alçapão no armário e o enterrava em uma cova rasa. Ele acelerava a decomposição cobrindo os corpos com cal.

Mais tarde, investigações revelariam que Gacy criava armadilhas de formas variadas para suas vítimas. Um método era posar de policial, como ele fez com o jovem já mencionado.
Ele havia adquirido um Oldsmobile Delta preto, ano 1978, equipado com um holofote na lateral, e rondava com frequência os bairros gays de Chicago.
Homens jovens em particular jovens gays pensavam que não podiam dizer não a um policial e, de maneira obediente, entravam no carro.
Ou ele simplesmente apanhava garotos de programa e pagava para fazer sexo e às vezes os matava.

A situação mais perigosa na qual uma pessoa pode estar é com John Wayne Gacy em sua casa.
Ele tinha algumas estratégias para render os homens jovens. Uma delas era o clorofórmio; ele pegava a pessoa desprevenida e segurava um lenço embebido em clorofórmio em seu nariz até que desmaiasse.
Uma vez que o garoto estivesse incapacitado, Gacy algemava a vítima.

Outra estratégia para pega-los era o truque da algema. Gacy apresentava o que ele afirmava ser algemas de brinquedo e desafiava a pessoa a coloca-las e fugir.
É óbvio que se tratava de algemas verdadeiras e sua vítima não poderia escapar, e então Gacy a estuprava e torturava. Às vezes ele matava, mas nem sempre.
Relato de um garoto de programa chamado Jaime sobre seu encontro com Gacy:
O anfitrião robusto de Jaime o conduziu ao quarto, onde ambos se despiram. Gacy disse a Jaime para que ele se ocupasse em fazer aquilo por que era pago, mas antes que o jovem pudesse consentir, sua cabeça foi sacudida por um tapa inesperado.
De maneira súbita, Jaime estava sendo agredido. Ele tentou gritar, mas as mãos fortes que se fechavam ao redor de sua garganta impediram o grito. O garoto tentou se libertar, contorcendo-se, então Gacy fez algo que o aterrorizou ainda mais.
Gacy exibiu um par de algemas, tiradas de algum lugar. Jaime pegou um vaso e o despedaçou na cabeça de Gacy. Momentos depois, Jaime foi erguido pelos pés e arremessado em direção à cama. Gacy lançou seu corpo pesado sobre o do jovem, esmagando-o no colchão. Jaime não podia se mover. Ele estava sufocando.

Então, por alguma razão inexplicável, Gacy dispensou o garoto e o mandou embora com 20 a 50 dólares a mais do que ele havia concordado em pagar e parecia se referir a tudo como uma brincadeira. Jaime foi embora, assustado. Ele era garoto de programa desde os 12 anos de idade, mas ficou tão abalado com o fato que não voltou às ruas por um mês.

Em retrospecto, é surpreendente que Gacy não tenha sido pego antes. Garotos jovens estavam desaparecendo em quantidades alarmantes, e o nome de Gacy até foi citado em várias investigações em diferentes delegacias de polícia.
No entanto, não havia comunicação frequente entre jurisdições policiais distintas, e nenhuma delas cogitou verificar se ele tinha ficha criminal. Se eles tivessem checado, teriam descoberto a condenação de Gacy por sodomia em Iowa e salvo muitas vidas.

Também é espantoso que nenhum dos vizinhos suspeitasse de algo. Uma mulher que morava a um quarteirão de distância afirmou que às vezes ouvia gritos abafados vindos da casa na calada da noite, mas nem ela e nem outros vizinhos disseram algo a respeito. E, sem dúvida, havia o odor repugnante que nunca sumiu de fato.

Uma reviravolta no caso

Foi necessário o assassinato de Robert Piest e a determinação e a experiência de um policial para descarrilar o trem assassino de Gacy.

Robert Piest tinha 16 anos e era um garoto exemplar que cursava o ensino médio. Em dezembro de 1978, trabalhava na Nisson Pharmacy, em Des Plaines, Illinois, recebendo 2,85 dólares por hora.
Uma noite sua mãe foi buscá-lo às 21 horas, e Robert pediu para que ela o esperasse na loja enquanto conversava com um empreiteiro sobre um emprego no qual receberia 5 dólares por hora durante o verão. Piest estava economizando para comprar um carro, e o emprego era muito atrativo.

Piest saiu alguns minutos após as 21 horas e nunca retornou.
Quando sua mãe saiu da farmácia para procura-lo, constatou que ele havia simplesmente desaparecido. No dia seguinte, o tenente Joseph Kozenczak estava examinando registros de pessoas desaparecidas e se deparou com o de Piest.
Ele falou com a mãe de Piest certo de que o garoto não havia fugido e iniciou uma investigação cuidadosa.

Um tentáculo da investigação apontou Gacy, que negou ter visto o garoto. Porém, ao contrário de outros policiais antes dele, Kozenczak fez uma checagem de rotina no passado de Gacy, que incluiu uma verificação em qualquer registro criminal anterior.
A checagem revelou a condenação por sodomia e a sentença de prisão em Iowa.
Kozenczak convenceu um juiz de que havia uma provável razão para expedir um mandado de busca, e, logo em seguida, policiais apareceram na casa de número 8.213 na Summerdale Street. Eles encontraram filmes pornográficos, livros e outros materiais de temática gay.
No porta-malas do automóvel Oldsmobile preto, encontram cabelo que correspondia ao de Robert Piest.
O cabelo encontrado não foi suficiente para a detenção; então, a policia iniciou uma investigação formal, o que deixou Gacy enfurecido.
Em seguida, outra reviravolta surgiu: a polícia havia pegado um rolo de filme na casa de Gacy durante a busca, e quando eles o revelaram, descobriram que pertencia a Robert Piest.
Kozenczak tinha certeza de que Gacy era o homem por quem procurava. E quando um de seus investigadores entrou na casa de Gacy com um segundo mandado de prisão, ele teve mais sorte: antes de ser policial, o detetive havia trabalhado por muito tempo em um lugar no qual o cheiro da casa da Gacy era habitual – o necrotério. A polícia obteve outro mandado de busca, e começou a remover o assoalho e cavar a terra no entrepiso.

A escavação se estendeu por duas semanas, de maneira muito cautelosa, como se fosse um sítio arqueológico.
Quando chegou ao fim, a policia havia desenterrado 27 corpos, e Gacy confessou ter matado outros cinco, que havia lançado no Rio Des Plaines.
Este foi o local de descanso final de Piest, encontrado no rio alguns meses depois. Uma autópsia revelou toalhas de papel comprimidas na garganta de Piest; ele o sufocou.

Foi questionado se Gacy era mentalmente capaz de tolerar o julgamento, mas o juiz Louis B. Garippo concluiu que sim. Um psiquiatra que trabalhou para a defesa comprovou que ele era esquizofrênico paranoico e não tinha controle sobre suas ações; porém, isso não foi suficiente: Gacy foi considerado culpado pelo assassinato de 33 homens jovens e sentenciado à morte por injeção letal.
Ele foi enviado ao Menard Correctional Center, em Menard Illinois, onde por um período foi o único interno no bloco do corredor da morte.
As autoridades de Illinois afirmaram ter recebido centenas de solicitações dos cidadãos de todo os Estados Unidos pedindo para ter o prazer de mata-lo.

Reencenação arrepiante

A primeira temporada da série de sucesso Prison Break, do canal pago FOX, foi filmada na agora desativada Joilet Correctional Facility, em Illinois. Algumas das cenas da primeira temporada foram filmadas em uma cela realmente ocupada por John Wayne Gacy durante um período. Gacy esteve em Joilet antes de sua execução, em 1994. O ator Lane Garrison, que interpretou Tweener, um jovem condenado, observou: “Nós fizemos algumas coisas, aqui na cela de Gacy, que são realmente assustadoras”.
Conclusão

O presídio Menard, no sul de Illinois, a cerca de 80 quilômetros ao sul de St. Louis, no Rio Mississippi, tem vista panorâmica do rio e paisagem circundante. Na verdade, deve ter a vista mais pitoresca do sistema prisional de Illinois.

Gacy se tornou um pintor de retratos durante seu período de reclusão no corredor da morte; seus temas eram, na maioria, palhaços.
Ele pintou palhaços em todos os tipos de cenários e os vendeu por um preço generoso, até que os oficiais da prisão reprimiram a atividade.
Ele foi executado com injeção letal em 10 de maio de 1994.

 

Uma pessoa comum

A seguir, um questionário preenchido pelo assassino em série John Wayne Gacy, que matou pelo menos 31 homens jovens. Ele o preencheu quando estava na prisão, aguardando ser executado por seus crimes. Suas respostas o fazem parecer uma pessoa muito comum. Erros de ortografia e outros erros foram mantidos (algumas respostas estão parcialmente ilegíveis).

. Nome completo: John Wayne Michael Gacy

. Data de nascimento: 17 de março de 1942.

. Idade, Altura, Peso: 50, 1,73 m, 94 kg

. Casa: Corredor da morte de Menard, Chester, III.
. Estado civil: Duas vezes divorciado.

. Família: 2 irmãs, 5 filhos.

. Honra mais importante: 3 vezes filho do ano Jaycees 3 cidades diferentes.

. Mulher ou homem perfeito: livre-pensadora, empreendedora, independente.

. Homem: inteligente, seguro de si, honesto confiável e diz o que esta pensando.

‘ Herói de infância: J. F. Kennedy, R. J. Daley.

. Herói atual: M Cuomo, Donald Trump.

Programas de TV favoritos: Unsoived Mysteries, especiais da National Geographic.

Filmes favoritos: “Era uma vez na América”, “Os bons companheiros”, ”Os dez mandamentos”

Canção favorita: “Send ‘n the wans”, “Amazing Grace”
Cantores favoritos: Judy Collins, Bob Dylan, Neil Diamond. Roy Orbison, Shan a na.

Músicos favoritos: REO Speedwagon, Elton John, Zamtir.

Hobbies: Troca de cartas, pintura a óleo, estudo de interesses humanos.

Alimentos favoritos: frango frito, perca sem espinha puxada na manteiga, safada, chá.

Leitura recomendada: Texas Connection, Question of Doubt.

Último livro que leu: Naked Lunch e Mid Boys wn iam s. Bur-roughs.

Noite ideal: jantar e concerto ou show ao vivo, drinques e um passeio tranquilo no lago.

Resolução de Ano-Novo: corrigir coisas que eu fiz anos antes.

Ninguém sabe: sou uma personagem que adora caçoar e brincar por ai.

Meu maior arrependimento: ser tão crédulo e ingênuo. Tirado vantagem.

Se eu fosse o presidente, eu: me certificaria de que o povo deste país tem empregos e um lugar para morar antes de me preocupar com outros países.

Meu conselho às crianças: sejam vocês mesmos. Pensem positivo e respeitem os pais.

O que eu não gosto nas pessoas: falsos, pessoas que não mantém sua palavra.

Meu maior medo: morrer antes de ter a chance de limpar meu nome com a verdade.

o que o irrita: pessoas que prometem coisas que elas não têm intenção de fazer.

Superstições: nenhuma é para pessoas negativas.

Amigos gostam de mim porque: sou sincero e honesto. Feliz, confiável.

Pelas minhas costas eles dizem: o filho da mãe fez isso e ele se orgulha.

Pessoas da história que eu gostaria de ter conhecido: Michelangelo, Leonardo DaVinci.

Se eu fosse um animal, eu seria: um urso ou águia.

Objetivos de vida: ver como meus filhos são sustentados.

Interesses pessoais: leitura, escrever conhecer pessoas, filmes clássicos e musica.

Cor favorita: vermelho

Número favorito: nove

Vejo a mim como um: otimista, empreendedor, liberal, não julgador.

O que eu penso a respeito deste país: ótimo, se as pessoas trabalhassem por ele em vez de contra, apontando dedos para os outros, o problema atinge todas as raças para [ilegível]…

Visões políticas: semiliberal democrata, que um partido não tem todos os vencedores.

O que pensa sobre os crimes: excessiva corrupção política, e drogas permitidas pelos governantes prejudicaram o equilíbrio da reforma judiciária e punição.

o que pensa sobre as drogas: legalizar algumas para evitar crime [ilegível]…

Eu considero-me Conservador Moderado Liberal com valores: Liberal com valores.

O que eu espero de amizades: tranquilas, divertidas, confiáveis [ilegível]…

Pensamento religioso: minha fé é em Deus. As igrejas precisam trabalhar na unidade familiar.

Em que está pensando agora: por que diabos eu preenchi isso e quem se importa com o que eu tenho a dizer?

Seus interesses artísticos: agradar a mim primeiro e ter a esperança que a expressão seja agradável a outros. Como na vida a arte é uma viagem, não um destino. Se você não gosta, siga em frente. Como música para o ouvido, comida para o cheiro e o sabores.

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *